Jovens gays sem-teto trocam sexo por abrigo em Nova York


Andy era um menino de 14 anos de idade, quando ele começou a negociar  sexo por abrigo. Andy, cujo nome foi alterado,  tinha sofrido abuso sexual e físico em casa. Além disso, a sua  família era  tão rigorosa que " se assumir não era sequer uma opção", diz ele. "Se eu tivesse ficado, eu já  teria  me matado", ele disse a Newsweek. Andy acabou pegando carona  e viajando pelos EUA, vivendo com  adultos que lhe  forneciam  alimentação e moradia em troca de sexo.
Não ter abrigo  é uma das razões principais da juventude em Nova York e em todo o país, de se  engajar em "sexo de sobrevivência". Estimativas afirmam que esse número   varia de 10 a 50 por cento. Um estudo de  2013  sobre jovens sem-teto da cidade , constatou que cerca de 25 por cento tinha trocado sexo por abrigo, e um estudo de 2008 indica que esses jovens rotineiramente trocam sexo por abrigo. Mas, jovens  lésbicas, gays, bissexuais, trans,  são dramaticamente mais propensos a trocar sexo por um lugar para ficar, de acordo com um novo estudo que analisa as suas experiências.


 Depois de viajar por vários estados ,Andy acabou em Nova  York . Ele foi estuprado e roubado durante seus anos nas ruas. Ele não procurou  abrigo com receio de ser enviado para um orfanato ou de ser mandado de volta para casa.  Ele foi capaz de deixar o mundo do "sexo de sobrevivência" sozinho, mas centenas de crianças em Nova York ainda vendem seus corpos para viver.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo  Coalition Impire,  mais  de  3.800 jovens sem-teto  vivem  na cidade de Nova York , e quase um terço se  identifica como LGBT.  Em Nova York há apenas  350 camas para abrigo de jovens sem-teto.

The Bruzundangas Times.

Fonte: Newsweek

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